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Câncer de fígado: prevenção é o melhor caminho.

Câncer de fígado: prevenção é o melhor caminho.

O fígado é uma glândula (a maior do corpo humano) localizada no lado direito do abdômen. É um órgão vital para o funcionamento do organismo, onde atuam milhões de hepatócitos, as células que operam atividades como o armazenamento de glicose e o filtro de diversas substâncias que ingerimos. Por essa intensa atividade que o órgão exerce, o câncer de fígado é considerado um agressivo tipo da doença.

Pode se iniciar na própria glândula (tumor primário) ou começar em outra parte do corpo e atingir o fígado por meio do processo de metástase (secundário). Sobre este último tipo, o Dr. Alexandre Cerqueira participa de sessão clínica no dia 24 de outubro, no Barra D’or. (https://drcerqueira.com.br/noticias/tumor-secundario-de-figado-sessao-clinica-no-barrador/)

Os tipos de tumores 

O tumor mais comum do câncer de fígado é chamado de carcinoma hepatocelular ou hepatocarcinoma, que se desenvolve no hepatócito. Esse tipo de tumor corresponde a quase 90% dos casos do câncer de fígado em pessoas adultas.

Também há o colangiocarcinoma, que se dá nas vias que levam a bile para o intestino, e ainda o carcinoma hepatocelular (variante fibrolamelar), o angiossarcoma, que se desenvolve nos vasos sanguíneos dentro do órgão, e o hepatoblastoma, que afeta apenas crianças.

Sintomas e detecção precoce 

Alterações no abdômen são os sintomas mais comuns do câncer de fígado. Dores, distensão e acúmulo de líquido na área estão entre os sinais mais comuns. O paciente também pode emagrecer inexplicavelmente, ter crises de mal-estar e perda de apetite, além da icterícia, condição que deixa a pele e os olhos mais amarelados.

Prevenção e tratamentos 

O tratamento do câncer de fígado pode exigir a retirada cirúrgica do tumor e de parte do órgão. Em casos mais graves, o médico pode lançar mão do transplante do órgão. A grande capacidade de autorregeneração do fígado facilita o doador a não ter sequelas.

Há outros recursos terapêuticos, mas o melhor mesmo é a prevenção. Utilizar anabolizantes prejudicam a atividade do fígado, sequela que também causa o consumo em excesso de álcool. Medicamentos banais também podem deteriorar o funcionamento do órgão. Portanto, nunca se automedique.

A hepatite (inflamação no fígado) também é um importante fator de risco. Assim, deve-se impedir o contágio dos vírus tipos B e C, tomando as devidas vacinas, usando preservativo nas relações sexuais e não compartilhando o uso de seringas.

 

 

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